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Comentário
de Daniel Valois referente aos 10 minutos de bate-papo
sugeridos
para o final das palestras, para a Campanha Quinzenal.
(Extraído
da lista CRESCER/Grupos na Internet)
Olá gentes.
Na prática, 10 minutos são insuficientes para que as pessoas
possam manifestar-se, narrando a/as experiência/s vividas na
quinzena. Vá segurar um bahiano comentando sua experiência...
Surge então a necessidade de capacitarmo-nos todos no salutar
exercício da síntese. A tendência à introdução, com pormenores
que nada têm a ver com o propósito da quinzena é uma realidade.
Parece que informações e exemplos deveriam ser introduzidos
durante a explicação de como realizar a vivência do valor a ser
praticado e de como expor, depois, aos seus pares, o que
aprendeu durante a quinzena. O brasileiro é prolixo por
natureza, então precisa ficar claro que cada pessoa disporá de,
no máximo tres minutos para falar. Deve-se, antecipadamente,
consensualmente, assumir o compromisso de não ultrapassar o
tempo acordado e não se ofender se o coordenador informar que o
tempo esgotou. Paralelamente seria conveniente estimular os mais
tímidos e os com pouca escolaridade a também manifestar-se,
dentro de suas limitações, tudo sem perder o foco no tema em
discussão.
É importante ter em mente que, por trás da nossa aprendizagem,
está o esforço de um grupo de espíritos sublimes e o trabalho
de uma equipe de encarnados, que deu representação palavra às
idéias, materializando o Projeto Crescer.
Espero também podermos, em breve, estar trabalhando esses
valores em Centros Comunitários, escolas, grupos de casais, etc,
dentro de uma consciência holística, sem necessidade de destacar
que é uma iniciativa Espírita. O importante, como afirma o
Grande Mentor Bezerra de Menezes é “a construção do homem de
BEM”.
Em síntese, a flexibilização seria salutar, deixando que as
Casas e os grupos decidissem se usariam o tempo total reservado
para a exposição doutrinária, num dia pré-determinado ou o tempo
que deveria ser dedicado para o trabalho em grupo.
Assim, um maior número de participantes poderia enriquecer o
estudo com a exposição de sua experiência.
O coordenador, sob a nossa ótica, deveria encerrar o encontro
comentando que foi mais um episódio, que deverá ser repetido, na
ocasião oportuna, posto que o aprendizado é contínuo e não se
esgota em quinze dias nem nessa encarnação.
Gostaria de “ouvir” o que pensam nossos irmãos.
Daniel Valois
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